Crianças falam o que elas imaginam que seja o casamento e o amor. Fofos demais!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
{Sorteio} Bola Feltrada 100% lã de carneiro do Ocitocina Ateliê
Para começar bem 2012, o blog vai fazer o seu primeiro sorteio voltado para as mamães - ou melhor, para seus bebês! A ideia surgiu junto com o nascimento do Ocitocina Ateliê, uma oficina de brinquedos feitos à mão, inspirados na Pedagogia Waldorf. Comandado pela artesã e contadora de histórias Maribel Barreto, mãe dos pequenos Francisco Bento e Catarina Maria, o ateliê é também contação de histórias, produção de eventos e encontros, um site, um blog, uma lojinha, tudo isso, vale conhecer o trabalho! E vamos ao sorteio!
{SORTEIO}
- O sorteado vai receber uma Bola Feltrada Média, feita com 100% Lã de Carneiro (feltragem com técnica de água e sabão), nas cores que escolher (até 3 cores). A bola mede 35 cm de diametro. A lã oferece uma rica experiência tátil para a criança. Macias e consistentes, essas bolas são ideias para brincadeiras dentro de casa.
- Todos os participantes ganharão um Vale Desconto de 20% para usar na lojinha do ateliê (em uma única compra).
- O sorteio acontece dia 30/01!!
Para participar:
- Deixar um comentário neste post: "Eu Quero";
- Deixar um comentário no blog do Ocitocina Atelie (www.ocitocinaatelie.com.br);
- Curtir a página do Colher de Chá no Facebook clicando aqui
OBS.: Se quiser curtir a página do Ocitocina Atelie no FB (www.facebook.com/ ocitocinaatelie), será bem vinda! Mas não é obrigatório. ;)
Sobre o Ocitocina Ateliê:
Sobre o Ocitocina Ateliê:
Depois que seus pimpolhos nasceram (de parto natural desejado, ênfase nisso), Maribel deu um tempo na carreira de atriz para se dedicar exclusivamente à criação dos seus filhos. Mas, em geral, estas "pausas" para cuidar dos filhos são tão ricas de aprendizagem e vivências que resultam em momentos extremamente criativos e no nascimento de mais um filho: projetos pessoais das mães apaixonadas por tudo o que estão vivendo.
Assim, Maribel criou o ateliê batizado com o nome do hormônio do amor, Ocitocina, aquele que é fundamental na hora do parto e da amamentação. "Dar esse nome ao trabalho foi uma homenagem à todas as transformações que a maternidade trouxe com os meus filhos. O nome nasceu junto com o projeto", conta a artista.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Referências para um aniversário ao ar livre
Adorei as banderinhas em miniatura, os tags e os embrulhos. Super DIY feito pela Anne Liese para o aniversário de 3 anos de sua filha. Simples, alegre e sem exageros, como tudo na vida deveria ser. Fiquei totalmente inspirada!
Fotos via Asthetic Nest
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
"O que vem depois da felicidade?"
Uma amiga querida certa vez perguntou: "e depois da felicidade, o que vem?"
No meu entender, depois da felicidade vem o cuidar. Cuidar, regar, alimentar, aninhar, dia após dia, esta felicidade, como um bebezinho que vai crescer muito ainda, para que ela viva o máximo possível! Feliz Janeiro para todos!
No meu entender, depois da felicidade vem o cuidar. Cuidar, regar, alimentar, aninhar, dia após dia, esta felicidade, como um bebezinho que vai crescer muito ainda, para que ela viva o máximo possível! Feliz Janeiro para todos!
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
{Família} Feliz 2012!
Neste Natal, eu gostaria de ter poderes paranormais para transmitir diretamente para o coração de todos vocês a felicidade que senti em 2011, ao acordar todo dia e ganhar de presente este par de olhinhos sorridentes me chamando para mais um dia ao seu lado. A felicidade que é real, possível, tangível, a felicidade que sinto por compartilhar o primeiro Natal ao lado desta pequena pessoa que veio ao mundo há tão pouco tempo e consegue ser meu maior professor.
No dia 29 de janeiro, Rafa e eu nascemos de novo. E a cada dia, desde então, estamos reaprendendo a comer, a andar, a falar, a nadar, a bater palmas. Estamos aprendendo a dificil arte de dizer não - porque o nascimento de um filho nos obriga a impor limites. E isso a gente só aprende vivendo.
Estamos reaprendendo a folhear as páginas de um livro, a enxergar as cores vistas pela janela do quarto, a ver a beleza de uma laranja (carregada nas maos como um trofeu enquanto passeia de carrinho pelo supermercado), a chamar peixes de "au-au", a ter a alegria de dançar e achar o máximo a mesma musica 200 vezes seguidas, a emoção de sentir a agua do chuveiro descer pelos dedos e bater palminhas molhadas as gargalhadas. E a possibilidade de ser verdadeiramente incrível um quadrado vermelho de madeira (do qual não abre mão nem na hora de engatinhar).
Toda vez que esta pequena pessoa mama ou chora, toda vez que dá risadas, toda vez que grita de felicidade, toda vez que acorda descabelado no bercinho, que olha no fundo dos nossos olhos e toda vez que diz "Mamae" sorrindo em minha direção, toda vez que joga o brinquedo pela milesima vez no chao para eu buscar pela milesima vez, eu agradeço ao universo a chance de viver esta vida e de ter ao meu lado este pequeno Grande mestre e o Rafael, meu companheiro de vida (e quem sabe de outras vidas), meu amigo, meu amor, que me incentiva a estar ao lado do nosso filho 24h/dia, a amamentar e a ficar cansada (exausta) de fazer tudo o que eu escolhi fazer.
Em um ano eu cresci mais do que em qualquer faculdade, curso ou especialização. E por tudo o que aprendi e para além de um rotineiro "Feliz Natal", este ano eu gostaria de desejar a todos uma FELIZ FAMILIA!!!!! Que todos possam cuidar de quem ama, com o coração aberto de quem enxerga tudo pela primeira vez, como um bebê que acaba de chegar.
MUITO amor verdadeiro, companheiro, parceiro, filhos e pais carinhosos e um ninho aconchegante para onde retornar depois de um dia de vôos exaustivos. Se existe algo que realmente desejo que exista e continue a existir na minha vida, na vida das pessoas que amo, e em todas as gerações futuras é o AMOR e o RESPEITO, o CARINHO, o CUIDADO, a DISPONIBILIDADE, a PACIÊNCIA e a COMPAIXÃO.
Porque, como dizia o poeta, "o resto é mar..."
Fundamental é mesmo o amor.
FELIZ 2012!
Manu
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
{Dicas da Garden} Alternativas estilosas para a árvore de Natal
... E mais um ano se passou. As luzes já enfeitam as cidades, as pessoas se esbarram no frenesi das compras de Natal, as donas de casa se preocupam com a ceia. E outro dia li um e-mail de alguém especial, meu pai, com uma definição boa para essa época de pisca-piscas: Para além de qualquer religião ou ausência dela, “para mim é tempo de reflexão e amor”. É pai, estou contigo e não abro. O exercício de hoje é: sinta o amor, ele tem a ver com felicidade.
Bom, e para tornar sua casa ainda mais linda, nesse e em outros natais, aposte em uma bela árvore de natal original. E o melhor dessas dicas é que você pode fazer sozinho e gastando pouco! Até porque, é disso que eu gosto!
OBS: se tiver criança em casa, não aconselho por motivos óbvios...
Sabe aquela escada que fica encosta atrás da porta para não “enfeiar” a casa? Pois é ela mesma que agora vai enfeitar e fazer bonito como a grande protagonista do seu Natal. Pegue a escada, escolha uma cor vibrante e pinte-a. A tinta pode ser óleo ou tinta para madeira. Espere secar e coloque-a aberta no canto escolhido da árvore de natal. Um pisca-pisca bonito, enrolado na escada toda, e aí está! Agora é só pegar os enfeites de natal que estiverem à mão e pendurar nos fios. Use a
criatividade! Vai ficar lindo!
UM FELIZ NATAL A TODOS VOCÊS!
Bom, e para tornar sua casa ainda mais linda, nesse e em outros natais, aposte em uma bela árvore de natal original. E o melhor dessas dicas é que você pode fazer sozinho e gastando pouco! Até porque, é disso que eu gosto!
Árvore de livros
Recebi essa foto de uma amiga e achei incrível a idéia. Como fazer? Só empilhar com muito cuidado seus livros mais grossos e bonitos e depois enrolar um pisca-pisca neles todos! Pronto. Linda árvore.OBS: se tiver criança em casa, não aconselho por motivos óbvios...
Árvore na escada
Sabe aquela escada que fica encosta atrás da porta para não “enfeiar” a casa? Pois é ela mesma que agora vai enfeitar e fazer bonito como a grande protagonista do seu Natal. Pegue a escada, escolha uma cor vibrante e pinte-a. A tinta pode ser óleo ou tinta para madeira. Espere secar e coloque-a aberta no canto escolhido da árvore de natal. Um pisca-pisca bonito, enrolado na escada toda, e aí está! Agora é só pegar os enfeites de natal que estiverem à mão e pendurar nos fios. Use a
criatividade! Vai ficar lindo!
Árvore com design pessoal
As tranqueiras vão servir para embelezar sua sala e deixar o canto da árvore muito original! Junte todos os trequinhos, botões, quadrinhos, pingentes etc. Desenhe com um giz (que você depois possa apagar) o formato da árvore que você imaginar para sua família. Esse será o limite. É só brincar com suas tranqueiras dentro desse “quadrado” e ver o resultado. A parede deve ser livre de qualquer outro
penduricalho, quadros e tal. Assim conseguiremos o efeito que queremos! Depois, é só reunir os presentes no pé da árvore e começar a brincadeira!
UM FELIZ NATAL A TODOS VOCÊS!
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Bijous bacaninhas da Ovelha Azul
Em tempos de Natal e presentes para amigas e pessoas queridas, vale dar uma olhada no site da Ovelha Azul, com bijous bem bacaninhas, como esta abaixo. A keep calm and drink tea sai por R$ 29. Fofa, né?
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
{Estilo} Maison Belle Epoque
Esta semana a Champagne Perrier Jouët - Belle Epoque comemorou seu bicentenário e nada mais bacana do que entrar no clima e vistar a casa que inspirou a garrafa (na minha opinião) mais bonita do mundo. Viva o art nouveau (amo!).
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
{Casa} Cavalinho de balanço russo e vintage
O que é este cavalinho de balanço russo vintage à venda na página da loja Cathode Blue? Um achado por $ 125 (dólares). E nem precisa ser mãe para querer ter um em casa.
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sábado, 19 de novembro de 2011
{Colunista convidada} Pão ou pães: é questão de opiniães
Hoje a nossa colunista convidada é a jornalista e amiga Sol Mendonça, uma querida amante da gastronomia, que, além de escrever sobre a boa mesa como freelancer, adora uma longa conversa ao redor dela. Este texto da Sol é uma deliciosa reflexão sobre uma pergunta que fiz certa vez: por que raios a minha empregada não se senta à mesa comigo? Para responder, Sol voltou lá na sua infância, na época em que todo mundo sentava junto para comer. Seja bem-vinda, Solzita, que certa vez disse que só não era mais fã deste blog do que a minha mãe! A gente é que é fã dos teus textos, escreve mais pra cá, vai!
"Pão ou pães: é questão de opiniães"
Guimarães Rosa, em Grande Sertão: Veredas
Já disseram que somos o que comemos. Também acho que somos o que conversamos à mesa, as ideias que trocamos, o que doamos e o que recebemos a seu redor – não só alimentos, mas olhares, prosas e até o silêncio, quase sempre seguido daquela expressão: “Está boa a comida,
ninguém fala, só se mastiga...” E alguém: “O melhor tempero é a fome...”.
Na minha infância, tanto na casa da minha mãe, onde jantei na maior parte das noites; quanto nas do meu pai, na carioca e no Sítio, na serra de Petrópolis, as três principais refeições
sempre foram feitas à mesa, com todo mundo junto. Nada de poder comer em qualquer lugar
e de qualquer jeito. Não se começava uma refeição enquanto todos não estivessem sentados.
Nem se levantava se alguém ainda estivesse comendo. Era hora de conversar e trocar
opiniões. Nunca hora nem de brigar nem de falar em dinheiro. Hora de prestar atenção ao
que se comia e de se honrar o alimento e o momento de estarmos juntos. Hora de aprofundar
as relações familiares, de conhecer o outro. Nada de tevê ligada. Nada de correria. A comida
sempre foi oferecida, tanto pela primeira, quanto pelo segundo, com entusiasmo.
Às vezes era minha mãe:
“Esse peixe está com uma cara ótima!”
Outras, meu pai:
“Olha o feijãozinho, que maravilha!”
“Vamos provar aqui a couve da dona Maria...”
Sempre tivemos pessoas trabalhando em casa. Pai e mãe “trabalhavam fora” e, quando
chegavam em casa, a empregada punha a mesa, nós jantávamos, e só depois que ouvia o
chamado do “Pode tirar...” ela vinha, recolhia os pratos e travessas, servia sobremesa e, pós-
tudo isso, ia jantar sozinha na cozinha. Era assim porque assim era.
Acredito que (não só lá em casa) as moças que trabalhavam na cidade jamais se sentavam para
jantar à mesa com as famílias, exceto num dia de aniversário para comer bolo.
Mas no Sítio sempre foi diferente: Dona Maria trazia a verdura que colhia de sua própria horta
(era comprado, não era sempre dado), e se outras meninas das redondezas aparecessem para
ajudar com a limpeza da casa e a comida - arroz e feijão feitos na panela de barro, um bom
assado no forno à lenha -, também almoçavam com a gente, todo mundo à mesa junto, ainda
que houvesse hóspedes, sempre agregando com uma boa prosa, uma novidade que estivesse
correndo, o afeto, o silêncio compartilhado.
Não sei dizer por que lá era assado e aqui era assim. Se me perguntassem, acho que
responderia que é porque lá a gente almoçava muito tarde, todo mundo já estava faminto,
e me esforçaria para acreditar nisso. Mas hoje me pego questionando: era só por isso? Por
que lá o óbvio se impunha (almoço e jantar não eram, afinal, momentos para se ver o outro,
conversar, compartilhar ideias?) e aqui não?
Se fosse só praticidade, a desculpa da falta de tempo, que damos para tudo, serviria para dizer:
- Senta logo todo mundo pra comer e acabar logo. Aí cada um pode levantar correndo, lavar
o prato, porque a fulana tem mais o que fazer do que ficar esperando a gente acabar de
comer...”
Não, comia-se separado aqui e junto lá por outras razões. A intenção não é criticar um ou
outro modo.
Mas já é hora de se saber que esta não é uma lei, cada um escolhe como acha que é melhor.
Talvez fosse o hábito: já era assim na casa da avó, na casa dos pais, e nunca se pensou em
mudar. Talvez, com boa vontade, posso imaginar que hoje, em muitas casas, a família e as
pessoas que lá trabalham jantem juntas à mesa ou pelo menos tomem o café da manhã. Eu
simpatizo muito com essa ideia por acreditar no que aprendi sobre o valor de se sentar à mesa
para dialogar e estreitar laços.
Me lembro que, na casa de uma amiga baiana, era como no Sítio: as empregadas comiam à
mesa, era normal. Na minha casa, hoje, também faço assim. Gosto de perguntar como vai
a filha da Dedé, mandar um livro emprestado pra ela ler, repartir com ela alguma fruta ou
legume que trago da feira. Gosto de contar uma receita que descobri, a viagem que fiz e de
mostrar pra ela um artesanato que comprei para inspirá-la, que sei que ela leva jeito e vai
poder vender.
Mas, no ano passado, uma outra moça que trabalhou aqui me perguntou:
- Por que você deixa eu sentar no seu sofá?
- Ué, você prefere ficar em pé? – foi o que respondi.
Levei um susto, não me lembrava da regra de que empregadas não podem se sentar no sofá
da sala. Ela me perguntou isso minutos antes de eu sair pra trabalhar, enquanto tomávamos
café juntas. E me contou que, numa casa em que ela trabalhava, a moça (na casa dos trinta
anos, ela disse) separou um copo e um prato para ela beber água e comer. O restante “é
nosso, da casa, tá certo?” – teria dito a jovem patroa.
Há quem possa considerar essa minha prosa uma besteira, mas me pergunto onde vamos
parar achando que ter coisas boas vale mais do que ser pessoas de bem.
Estive no interior de Minas na semana passada. Voltei com duas panelas de barro na mala. E
com esperança de ter trazido um pouco da sabedoria da mulher da roça, que cultiva flor, cria
bicho, coa um café delicioso no coador de pano e amassa pão com as mãos, para a cidade. E
não me faria mal um pouco da fala mansa, da pureza das meninas que pulam corda no quintal
e da paciência dos que esperam a chuva irrigar a terra onde as mudas (e os sonhos) foram
plantadas.
Lembrei Tom Jobim: A gente só leva da vida a vida que a gente leva.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
{Dicas da Garden} Coloque os livros para flutuar!
Hoje o Colher de Chá inicia a coluna {Dicas da Garden}, feita pela jornalista Gardênia Vargas, uma apaixonada por segredinhos e soluções simples para uma decoração interessante com pouco investimento financeiro (mas bastante investimento criativo!). Seja bem-vinda Garden!
Veja como é fácil pegar sua varinha e deixar seus livros voando pela casa
Eis a mágica! Lembra surrealismo. Tem um quê de delírio. Parece ilusão. Mas na verdade é tão simples que dá vontade de não contar o segredo só para não perder a graça das estantes flutuantes que passeiam com os livros por aí. Contudo, tenho uma dica para não perder a doce ilusão: quando alguém se assustar, faça ar blasé e comente como quem não quer tocar no assunto “ah, também não sei como foram para ali!”, e desconverse.
Passo a passo:
![]() |
Coloque um livro grande como base. A contracapa deverá cobrir a chapa de metal. Dependendo do tamanho e do peso do livro pode-se usar cantoneiras como estas abaixo:
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Prontinho! Escolha a parede mais interessante, pinte-a de uma cor fantástica - como esse azul (da foto lá de cima) – e prepare o fundo para das asas a imaginação. Assim fica mais legal e integra com o tema. Mas pode ser em qualquer parede à sua escolha. O importante é ter em mente que os livros flutuam...=)
sábado, 5 de novembro de 2011
{Chá de bebê} O Renascimento do Parto
Quem pretende ter filhos ou quer entender um pouco mais do que se passa com a gente neste momento, assista a este teaser do documentário "O renascimento do parto"! Muito bem dirigido, editado e cenas emocionantes. Nas palavras da obstetra Fernanda, "a cesariana é uma cirurgia linda, que salva vidas todos os dias [como salvou a minha, após 30 horas de bolsa rompida e nada de bebê querer descer], mas não é para ser a primeira opção de ninguém, não precisa ser feita em todas as mulheres".
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
Almofadas que reproduzem desenhos de criança
Os pais corujas adoram guardar os primeiros desenhos dos filhotinhos, né. Minha mãe guarda até hoje algumas pastas da época em que eu e minha irmã éramos criancinhas, aprendendo os primeiros rabiscos. E eu não vejo a hora do Antonio começar a arriscar uns traços. Mas agora pintou uma variação bem mais, digamos, aconchegante. O Ateliê Alessandra Amaral desenvolveu uma técnica para transformar as obras de arte dos pequenos em almofadas e travesseirinhos Kroki (R$ 220,00) – que reproduzem com perfeição desenhos da criança. As peças são feitas em brim 100% algodão, pintadas à mão, e o formato acompanha o contorno externo da ilustração. O prazo de entrega é de 15 dias.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
O tal do verde celadon!
Há tempos estou para escrever aqui sobre a minha paixão pelo tom de verde celadônia (ou green celadon) da Ladurée. Esta é a cor da patisserie parisiense desde 1867, quando foi fundada. Na viagem que fiz para lá trouxe na mala caixinhas e velas da loja neste tom porque fiquei completamente encantada por aquela cor. Agora, ao vsitar a Casa Cor Rio me surpreendi ao entrar na suíte do casal. As paredes são todas neste tom e já eram assim antes da mostra. A arquiteta responsavel pelo espaço, Márcia Malta Muller, fez questao de manter as cores originais do cômodo. É uma cor clássica e ao mesmo tempo viva. Se não quiser jogar nas paredes, vale colorir móveis e objetos nesta cor. E, bom, se vocês repararem, o www.colherdechanoivas.com foi feito a partir da paleta desta cor. Não foi mera coincidência nao! :P
Mantas e colchas bordadas
A loja de cama, mesa e banho e roupas infantis Paola Da Vinci, recém-inaugurada no Shopping Leblon, trouxe para a cidade as mantas leves, todas em tricô, inspiradas na tendência italiana de misturar fios e cores com a trama em ziguezague. Além disso, outras novidades para renovar o lar, são as colchas matelassê em cetim 400 fios, acompanhadas dos jogos de cama em cetim de algodão 500 fios, Cobertor Eco Fleece Microfibra e Colcha Matelassê Cetim 400 fios, além do Manteax de Vison Ecológico, bordados em vários desenhos e cores para combinar com qualquer estilo de quarto.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Está no ar o Colher de Chá Noivas!
Esta é a apresentação do Colher de Chá Noivas, um vídeo produzido com muito carinho pelo meu cunhado Vitor Sento Sé e pela Aloyana Lemos e com apoio da Goiabada com Queijo Filmes, que cedeu cenas lindas de casamento em Super 8, um diferencial fantástico deles! =)
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Garimpos das feirinhas de antiguidade!
Falei esta semana de como adoro feiras de antiguidade. Então, acho justo mostrar o porquê! Nas fotos, alguns dos achados que circulam aqui em casa =)
ONDE ENCONTRAR: Feira de Antiquários da Praça XV Objetos art- noveau e art-decó. Praça Marechal Âncora, Centro Funciona aos Sábados das 9:00h às 18:00h.
Les Antiques Fair
Peças de decoração e mobiliário. Rio Design Center, Avenida Ataulfo de Paiva, 279, Leblon. Funciona aos domingos das 10:00h às 19:00h. Cassino Antique Fair Antiguidades de porcelana, marfim e cristal, livros, jóias, bijuterias e prataria. Shopping cassino Atlântico, Avenida Atlântica, 4.240, Copacabana. Funciona aos sábados das 11:00h às 19:00h. Reunião de Colecionadores Reuniões culturais com exposição de peças antigas de mobiliário e decoração. Troca e venda de cartões postais, selos, moedas e latas de bebidas. Passeio Público, Rua do Passeio, Centro. Funciona aos domingos das 10:00h às 18:00h. Feira do Rio Antigo Exposição de antiguidades e fotos. São oferecidos serviços de móveis, consertos de lustres, estofamento, etc e apresentação de música clássica, música popular e dança. Rua do Lavradio, Centro. Funciona sempre no primeiro sábado de cada mês. |
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